Estrutura curricular do curso

Criar um plano de estudos ajustado às áreas de interesse. Associar a Ciência de Dados à especialização...

O mestrado Ciência de Dados em Agricultura, Alimentação Florestas e Ambiente, com a duração de 2 anos, permite a criação de um plano de estudos ajustado à área de interesse do aluno. O curso tem a seguinte estrutura:

7 unidades curriculares obrigatórias

Bloco dedicado à aprendizagem e prática sobre fundamentos e metodologias de ciência de dados.

44 créditos ECTS

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5 unidades curriculares optativas

Um conjunto de unidades curriculares optativas seleccionadas pelo aluno para aprofundar a especialização na área de interesse.

30 créditos ECTS

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Dissertação / Projecto / Estágio

Componente final do plano de estudos, para explorar um tema específico cuja apresentação e avaliação confere o grau de mestre.

46 créditos ECTS

Progredir na aprendizagem com base na prática

O mestrado privilegia a prática como metodologia de ensino. Nas unidades curriculares dedicadas à ciência de dados, o tempo de ensino presencial em sala de aula é reduzido, a favor de exercícios e trabalho prático autónomo pelos alunos.

A experiência de aprendizagem prática é também facilitada por um ambiente formado por ferramentas e metodologias que são comuns a todas as unidades curriculares de ciência de dados. Deste modo, os alunos progridem na aprendizagem, desde a gestão de dados, programação, análise e visualização, e modelação e aprendizagem automática, enquanto aprofundam o domíno das principais ferramentas usadas pelas comunidades de ciência de dados (e.g., python, jupyter notebook, Google colab, SQL, pandas, numpy, scikit-learn, ou outras que entretanto emerjam).

A aprendizagem inclui também a promoção de soft skills. O uso de ferramentas colaborativas será constante em todas as fases do curso, incluindo a partilha de código e soluções na cloud, e o recurso a foruns de discussão. Em Projecto Hackathon, os alunos formam equipas multidisciplinares, em que serão desenvolvidas soluções para problemas propostos por empresas parceiras do mestrado.

Aumentar o conhecimento na especialização

Os alunos podem definir o seu perfil de especialidade através da selecção de 5 unidades curriculares (30 ECTS), a partir da lista de opções disponibilizada ao mestrado. Estas unidades têm por base e são partilhadas com vários mestrados do ISA, que garantem a formação de mais alta qualdiade nos domínios da agricultura, alimentação, florestas e ambiente.

Estas unidades de especialidade permitem, contudo, uma extensão da aplicação das metodologias de ciência de dados, que é usada em parte da componente prática, em aplicações que demonstram o poder da sua aplicação.

Plano de estudos

Unidade Curricular   Créditos
1º ano / 1º semestre    
Fundamentos da Ciência de Dados Agro-Ambientais Obrigatória 6
Programa
  1. Definição de Ciência de Dados (CD);
  2. Fundamentos, soluções e exemplos de aplicação na transição digital na produção alimentar, gestão de recursos naturais e ambiente;
  3. Visão geral sobre tópicos e algoritmos de CD;
  4. Metodologia de CD;
  5. Fases da metodologia;
  6. Compreensão das áreas de aplicação, aquisição, preparação e análise dos dados, modelação, avaliação, implementação, relatório e feedback;
  7. Breve introdução às ferramentas da CD e potencial de aplicação a cada uma das fases da metodologia;
  8. Introdução sobre a análise de grandes volumes de dados e computação na nuvem;
  9. Recursos de dados disponíveis;
  10. Ética no acesso e uso da informação.
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Introdução ao Python Obrigatória 6
Programa
  1. Instalação e configuração de interpretador python e de ambientes de desenvolvimento, com ênfase para ambientes colaborativos;
  2. Introdução ao python e algoritmos. Noções básicas de programação em python (variáveis, operadores, condições, loops, funções, dataTypes, etc);
  3. Estruturação de um programa. Importação de bibliotecas e reutilização de código;
  4. Manuseamento de ficheiros (leitura-escrita), directorias e acesso e manuseamento de ficheiros de grandes dimensões;
  5. Interação com argumentos de execução na linha de comandos;
  6. Aceder e fornecer um serviço de dados (APIs);
  7. Estruturação de um programa para processamento em sequência e em paralelo e em ambiente grid.
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Gestão e armazenamento de dados Obrigatória 6
Programa
  1. Introdução à gestão de dados e aos sistemas de gestão de dados;
  2. Tipos de bases de dados;
  3. Conceito de bases de dados relacional;
  4. Linguagem SQL e aplicação para criação e uso de bases de dados;
  5. Principais tecnologias de bases de dados open-source e proprietárias;
  6. Sistemas NoSQL e sua aplicação;
  7. Princípios de qualidade de dados, vocabulários e ontologias;
  8. Ferramentas e recursos para a verificação de qualidade de dados, organização e normalização;
  9. Uso de identificadores únicos globais e resolúveis, rastreabilidade;
  10. Recursos de dados agroambientais;
  11. Introdução ao conceito de conjuntos grandes de dados e suas especificidades em relação à produção, armazenamento e análise.
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Opção 1   6
Opção 2   6
1º ano / 2º semestre    
Análise e visualização de dados complexos agro-ambientais Obrigatória 6
Programa
  1. Principais ferramentas de análise e visualização de dados em Python (Pandas, Plotly, Matplotlib, Seaborn, Bokeh, geoplotlib);
  2. Tipos de dados e identificação de variáveis;
  3. Sumários estatísticos;
  4. Distribuição empírica dos dados;
  5. Padronização e transformação de dados;
  6. Redução da dimensionalidade dos dados: métodos de ordenação multivariada;
  7. Análise de correlação e regressão;
  8. Princípios de design aplicados à visualização de informação;
  9. Visualização gráfica uni, bi e multivariada;
  10. Representações avançadas de informação;
  11. Representação de dados espaciais;
  12. Criação de painéis visuais interativos de informação (dashboards).
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Aprendizagem automática aplicada Obrigatória 6
Programa
  1. O que é aprendizagem automática? Primeiros exemplos;
  2. Problemas de classificação e de agrupamento (“clustering”);
  3. Extração de variáveis e organização dos dados de entrada;
  4. Variável resposta binária: regra de decisão e riscos;
  5. Avaliação da qualidade do classificador: erros de omissão e erros de comissão;
  6. Variável resposta categórica: árvores de decisão;
  7. “Ensemble” de classificadores: “random forests”;
  8. Redes neuronais;
  9. Redes convolucionais e “deep learning” para problemas sobre imagens.
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Opção 3   6
Opção 4   6
Opção 5   6
     
2º ano    
Seminário em Ciência de Dados Obrigatória 2
Programa
  1. Preparar apresentações sintéticas de casos de aplicação de Ciências de Dados relacionados com o tema a desenvolver na dissertação de mestrado;
  2. Apresentar o trabalho de dissertação do aluno em formato compacto, apoiado por visualização avançada de dados;
  3. Desenvolver “presentation skills”.
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Projecto Hackathon de Ciência de Dados Obrigatória 12
Programa

Desenvolvimento de um projecto proposto pelas empresas parceiras, na modalidade de hackathon, em equipas constituídas pelos seguintes perfis: i) especialista do domínio; ii) coordenador da equipa; iii) analista; iv) programador; v) relator/comunicador. A unidade curricular terá um seminário inicial de apresentação dos problemas propostos pelas empresas, que será complementado sobre a caracterização do funcionamento do projeto hackathon. Este seminário incluirá os seguintes conteúdos:

  1. caracterização de um projecto hackathon;
  2. funções, caracterização e responsabilidades membros das equipas;
  3. ferramentas para desenvolvimento colaborativo de código, documentação e informação;
  4. definição de objectivos e metas num projecto de ciência de dados.

Estes conteúdos serão complementados com conteúdos programáticos ajustadas ao projeto específico, quer das valências de ciências de dados, quer das componentes específicas do sistema em análise.

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Dissertação/projeto/estágio Trabalho final 46

Unidades curriculares optativas

Unidade Curricular Área
Investigação Operacional Aplicada Transversal
Programa

Conceitos básicos e exemplos de aplicação em quatro tópicos principais:

  1. programação linear;
  2. modelos de rede;
  3. programação inteira;
  4. análise de decisão multicritério.
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Estatística e Delineamento Transversal
Programa
  1. Testes de hipóteses para dados de contagens, baseados na estatística de Pearson;
  2. Regressão Linear Simples (contextos descritivo e inferencial);
  3. Regressão Linear Múltipla (contextos descritivo e inferencial);
  4. Análises de Variância (discussão de conceitos introdutórios de delineamento experimental; modelos ANOVA para alguns delineamentos experimentais elementares).programação linear;
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Fertilizantes e Técnicas de fertilização Engenharia Agronómica
Programa

Fertilizantes: classificação, características, critérios para seleção e riscos associados à utilização, adubos minerais convencionais (elementares e compostos), adubos minerais especiais (com acronutrientes secundários e micronutrientes, quelatos, estabilizados, de libertação lenta, de libertação controlada de nutrientes, biofertilizantes), adubos orgânicos e minero-orgânicos. Corretivos minerais. Corretivos orgânicos, valorização de resíduos orgânicos (dejectos animais, resíduos das indústrias agrícolas e alimentares, composto de RSU e lamas de ETAR). Fertilização: recomendações de fertilização baseadas em análise de terra análise de plantas. A adubação de fundo, de cobertura a fertirrega e a adubação foliar. Aspetos práticos da fertilização de algumas culturas e elaboração dos respetivos planos de fertilização. Fertilização em cultivo sem solo: substratos (materiais e suas propriedades), qualidade da água, formulação de soluções nutritivas. Visita de estudo a exploração agrícola.

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Proteção de culturas Engenharia Agronómica
Programa

Caraterização e tipificação do ecossistema agrário; características dos principais inimigos da cultura (pragas, doenças e infestantes), sintomas/estragos e prejuízos, ciclos biológicos, epidemiologia e dinâmica populacional, inimigos naturais; métodos de estimativa do risco e regras de tomada de decisão; estratégias e meios de proteção. I. Proteção de culturas hortícolas e cereais. São abordadas culturas protegidas e culturas de ar livre (asteráceas, crucíferas, cucurbitáceas, solanáceas), cereais (arroz, aveia, centeio, cevada, milho e trigo). II. Proteção da vinha e fruteiras. São abordadas a vinha, citrinos, pomóideas e prunóideas.

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Rega e drenagem Engenharia Agronómica
Programa

Programação e condução da rega. Pré‐requisitos: bases biofísicas. O uso da água e o conforto hídrico. Evapotranspiração de referência e das culturas: conceitos, definições, cálculos. Coeficientes culturais duais. Oportunidade de rega. Modelação do balanço hídrico e das necessidades de rega. Rega deficitária. Coeficientes de stress. Uso dos indicadores de conforto hídrico na programação da rega. Modelos e instrumentos. Uso eficiente da água, relações rega‐produção. Métodos de rega, análise comparada. Uniformidade e eficiência. Rega sob pressão: aspersão e micro rega. Rega em rampa pivotante. Rega de superfície: funcionamento, equipamentos, regulação e controlo, princípios de gestão e modernização. Controlo e automatização da rega; sistemas de bombagem. Drenagem: sistemas de drenagem, dimensionamento. Trabalho prático para avaliação sobre dimensionamento das infraestruturas em rega sob pressão (estudo de projecto). Apresentação e discussão dos trabalhos de grupo; conclusão.

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Projecto Industrial Engenharia Alimentar
Programa

Análise de mercado; Estratégia comercial; Financiamento. Coordenação Estratégica em desenvolvimento de Projecto. Licenciamento. Diferentes fases: Programa Preliminar e Equipa Projectista; Programa Base: análise dos condicionamentos e enquadramento territorial. Estudo Prévio - viabilidade técnico-económica. Projecto base de Arquitectura. Licenciamento. Apoios financeiros, incentivos fiscais. Projecto de execução. Vistorias finais. Autorização de Laboração. Estratégia da empresa: Big data, tipo e quantidade de produtos em função do mercado; tecnologias; diagramas tecnológicos e balanços de massas; dimensionamento e selecção de equipamento. Distribuição no espaço, esboço do lay-out. Estimativa de custos. Casos de estudo – principais índices tecnológicos e equipamentos. Exercício prático: Estudo Prévio do Projeto de Instalações utilizando a abordagem ascendente (bottom up): redes digitais, quota de mercado - necessidades dos consumidores - recepção de matérias-primas, etc.

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Sistemas da Qualidade Engenharia Alimentar
Programa
  1. Qualidade: Conceitos e modelos; Qualidade e as estratégias empresariais; Gestão da Qualidade.
  2. Sistema Português da Qualidade/Sistema Europeu da Qualidade: Certificação e Acreditação
  3. Sistemas de Gestão da Qualidade: ISO 9001
  4. Programas de Melhoria da Qualidade - Modelo da Qualidade Total E.F.Q.M.; Lean Manufacturing: Principios; DMAIC;
  5. Metodologia Kaisen;
  6. Avaliação da Qualidade: Autoavaliação; Custos da Qualidade; Auditoria da Qualidade.
  7. Referenciais mais relevantes na área da Segurança Alimentar: ISO 22000 – etapas de implementação do referencial e análise dos requisitos.
  8. Referenciais de segurança alimentar: IFS, BRC, FSSC 22000 – análise de requisitos e comparação de referenciais.
  9. Global GAP – importância da certificação no setor primário.
  10. Food defense – abordagem aos planos de defesa alimentar e requisitos específicos nos referenciais em estudo.
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Marketing Engenharia Alimentar
Programa
  1. Mód 1. Orientação e Estratégia de Marketing
  2. 1.1 Introdução ao Marketing
  3. 1.2 Evolução do Marketing
  4. 1.3 Orientação de Marketing
  5. 1.4 Processo de Marketing
  6. 1.5 Noções de Gestão e Planeamento Estratégico
  7. 1.6 Formulação da Estratégia de Marketing
  8. Mód 2. Comportamento do Consumidor e Segmentação de Mercados
  9. 2.1 Determinantes do Comportamento do Consumidor
  10. 2.2 Processo de Decisão de Compra
  11. 2.3 Critérios de Segmentação
  12. 2.4 Seleção de Mercados-Alvo
  13. 2.5 Estratégias de Posicionamento
  14. Mód 3. Iniciação à Investigação em Marketing
  15. 3.1 Objetivos da Investigação em Marketing
  16. 3.2 Métodos de Investigação em Marketing
  17. Mód 4. Políticas de Marketing: Marketing-Mix
  18. 4.1 Produto: conceitos, componentes (marca/embalagem), inovação
  19. 4.2 Preço: conceitos, etapas, métodos de fixação
  20. 4.3 Distribuição: organização e dinâmica da distribuição, mix da Distribuição
  21. 4.4 Comunicação: objetivos, estratégia e mix da Comunicação
  22. Mód 5 Plano de Marketing
  23. 5.1 Definição do Plano de Marketing
  24. 5.2 Etapas do Processo de Planeamento
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Modelação e Planeamento Ambiental Engenharia do Ambiente
Programa
  1. Módulo 1 – Modelos e construção de modelos
  2. 1.1. Modelos e modelação
  3. 1.2. Visualização de dados ambientais
  4. 1.3. Processamento de dados ambientais
  5. Casos práticos de aplicação
  6. 1.4. Velocidade do vento e energia eólica.
  7. 1.5. Radiação solar à superfície da Terra
  8. 1.6. Interação da luz com a cobertura vegetal.
  9. Módulo 2 – Modelos hidrodinâmicos e de habitat para restauro fluvial
  10. Módulo 3 – Modelação empírica em R
  11. Módulo 4 – O modelo SWAT+ (Soil and Water Assessment Tool)
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Projecto - Ambiente Engenharia do Ambiente
Programa
  1. Elaboração do Projeto. Aspectos gerais e fundamentos. Legislação sobre conteúdo de projectos públicos - Portaria nº 701-H/2008 de 29 de Julho.
  2. Elaboração de proposta para elaboração de projeto de execução.
  3. Organização do projecto (conteúdos escritos e peças desenhadas). Cadernos de encargos – cláusulas gerais e cláusulas técnicas. Assistência técnica. Considerações sobre Programas de Concurso e Cadernos de Encargos
  4. Avaliação técnica de projetos. Critérios de avaliação (qualidade técnica, preço, prazo, outros)
  5. Aspectos focais sobre medições e estimativa orçamental. Discussão.
  6. Estudo económico-financeiro. Princípio de recuperação de custos. Aplicação de indicadores ambientais e económicos
  7. Ética e deontologia na elaboração de projectos de engenharia
  8. Programa de desenho assistido por computador. Aplicação em engenharia do programa Autocad. Ficheiros de desenho, extensões, “viewers”, layouts, viewports. Configuração e personalização da interface de utilizador, barras de comandos, atalhos, comandos na consola; Organização e referenciação do desenho; Entidades gráficas e a gestão das suas propriedades, blocos, introdução de dados, identificar dimensões, cotar desenhos, impressão e plotagem de elementos.
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Tecnologias de Tratamento de Resíduos Engenharia do Ambiente
Programa
  1. 1. Origem, características e propriedades dos resíduos sólidos
  2. 1.1 Classific segundo a origem
  3. 1.2 Classific segundo as características
  4. 1.3 Propriedades físicas, químicas e bioquímicas dos resíduos
  5. 1.4 Quantificação e caracterização física dos resíduos
  6. 2. Processos físicos e fís-químicos e químicos de tratamento de resíduos sólidos
  7. 2.1 Separação manual/automática
  8. 2.2 Desidratação e compactação
  9. 2.3 Incineração e co-incineração
  10. 2.4 Pirólise e tecnologia de plasma
  11. 3. Processos biológicos de tratamento de resíduos sólidos
  12. 3.1 Aeróbios
  13. 3.2 Anaeróbios
  14. 3.3 Aeróbios/anaeróbios combinados
  15. 4. Outros processos de tratamento e valorização de resíduos sólidos
  16. 4.1 Hidrólise ácida, alcalina e enzimática
  17. 4.2. Produção de glucose, etanol, metanol e proteína
  18. 5. Parâmetros chave para avaliação da eficiência e seleção de tecnologias de tratamento de resíduos
  19. Caso de Estudo: Tratamento Mecânico Biológico num Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
  20. Aulas práticas (laboratoriais e visitas de estudo)
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Economia do Ambiente e dos Recursos Naturais Engenharia do Ambiente
Programa
  1. 1. Introdução à economia do ambiente e dos recursos naturais
  2. Economia e ambiente. Funções económicas do ambiente. Escassez, escolha e custo de oportunidade. Ótimo de Pareto e prova de compensação. Externalidades, bens públicos e falha de mercado.
  3. 2. Problemas ambientais e de recursos naturais enquanto problemas ambientais
  4. Poluição e controlo da poluição. Eficiência económica, eficiência de custos, inovação tecnológica e outros critérios de avaliação. Análise comparada de instrumentos de controlo da poluição. Biodiversidade, serviços os ecossistemas e seu valor económico. Recursos naturais renováveis: uso ótimo e recursos de livre acesso. Gestão florestal ótima. Tempo, eficiência dinâmica e sustentabilidade.
  5. 3. Instrumentos de análise e decisão política em matéria de ambiente
  6. Análise custo-benefício e valoração económica do ambiente como instrumentos de apoio à decisão em matéria de gestão e política ambiental e de recursos económicos. O papel e os limites da análise económica.
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Deteção Remota e Análise de Imagem Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Programa

Introdução à estrutura de dados raster multiespectrais. Resolução espacial, radiométrica, espectral e temporal. Composições coloridas e visualização de imagens. Realce de contraste e filtragem; Pré-processamento: correcção radiométrica e conversão de nùmeros digitais para reflectância. Correcção geométrica. Principais metodologias para quantificação e correcção de efeitos atmosféricos; O conceito de assinatura espectral. Classificação não-supervisada e supervisada. Principais algoritmos: ISODATA, k-means, máxima verosimilhança/análise discriminante, classificadores em árvore. Avaliação da exactidão de uma classificação; Detecção de alterações do coberto e análise de séries temporais. Índices de vegetação: conceito genérico e índices especializados. Minimização de perturbações induzidas pelo solo e atmosfera.

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Modelação dos Recursos Florestais Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Programa
  1. 1. Introdução aos modelos e simuladores florestais como suporte à gestão florestal
  2. 2. Dados para a construção e validação de modelos da floresta: parcelas permanentes, de intervalo e temporárias; inventário florestal contínuo e análise do tronco total e parcial
  3. 3. Produtividade da floresta: produtividade da floresta e sua manipulação; avaliação da produtividade da estação
  4. 4. Relações alométricas e funções de crescimento: funções de crescimento teóricas; modelação simultânea de vários indivíduos; formulação de funções de crescimento sem a idade explícita
  5. 5. O website FCTOOLS, a plataforma sIMfLOR e o simulador da floresta standsSIM-md
  6. 6. Modelos de crescimento e produção
  7. - Modelos de povoamento: GLOBULUS
  8. - Modelos de povoamento com simulação da distribuição de diâmetros: PBRAVO
  9. - Modelos da árvore individual: PINASTER, PINEA, CASTANEA, SUBER
  10. 7. Modelos de base fisiológica orientados para a gestão
  11. 8. Simuladores regionais
  12. 9. Avaliação/validação de modelos
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Ecologia e Gestão do Fogo Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Programa

Introdução ao problema do fogo rural em Portugal e no Sul da Europa: estatísticas de ocorrências, áreas ardidas e causas. Distribuição geográfica; A vegetação enquanto combustível: principais tipos de combustíveis: herbáceos, arbustivos, de sub-bosque e de copas. Parâmetros estruturais e termodinâmicos dos combustíveis vegetais – modelos de combustível; Clima, meteorologia e fogo. Principais condições sinópticas associadas à ocorrência de grandes fogos. O índice Canadiano de Perigo Meteorológico de Incêndio (FWI) e a indexação do risco;; Comportamento do fogo. Ignição, fogos em regime estacionário e grandes incêndios. Fogos de copas. Fogos dominados pelo vento versus fogos dominados pela coluna de convecção. Modelação do comportamento do fogo: o modelo de Rothermel – simulação do comportamento com o software BEHAVE; Ecologia e efeitos do fogo. Gestão dos povoamentos e planeamento da arborização. Maneio dos combustíveis e organização do espaço florestal.

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Processos dos Ecossistemas Florestais Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Programa
  1. I. Água. Efeitos da vegetação no balanço hidrológico.
  2. II. Carbono e Solo. Vegetação e sequestro de carbono. Disponibilidade de nutrientes e crescimento das plantas. Interações solo-raízes.
  3. III. Biodiversidade e interação entre espécies.
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Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores Biodiversidade e Conservação
Programa
  1. I- Cenário hidro-geomórfico e hidráulico. Mineralização e componentes maioritários. Estratificações térmicas e químicas em meio aquático. Componentes maioritários e minoritários, gases. Mineralização e matéria orgânica. Matéria orgânica.Elementos de proporcionalidade variável e microcomponentes. Peixes portugueses. Espécies e guildas. Comunid biológicas, tipologia e funcionamento de ecossist fluviais. Gradientes espaciais, temporais e tróficos.
  2. II- Qualidade da água. Formas de poluição. Restauro de albufeiras e oligotrofização. Regularização, alterações do regime de caudais e extracção de água. Caudais ecológicos. Situação em Portugal e formas de implementação de caudais de manutenção ecológica. Passagens p/ peixes, tipologia, localização e dimensionamento. Estrutura e ecologia ripárias. Papel e valor da mata ripária. Restauro da vegetação ripária. Alterações morfológicas do canal e leitos fluviais. Extracção de inertes. Efeitos e formas de mitigar alterações. Restauro de habitats, de troços e de segmentos fluviais. Avaliação da qualidade da água, ecológica e piscícola. Índices oficiais e seu cálculo.
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Ecologia e Gestão de Populações Animais Biodiversidade e Conservação
Programa

Resposta das populações ao meio ambiente. Estratégias demográficas. Relações intraespecíficas: cooperação, reprodução, competição. Relações interespecíficas. Competição, predação. Regulação das populações. Uso de software RAMAS e VORTEX na aplicação de modelos determinísticos, estocásticos, matriciais e de metapopulações em casos de estudo. Uso e seletividade de habitats. Variabilidade e estrutura genética das populações, processos de adaptação, isolamento e evolução. Estimativa de parâmetros populacionais: análise de dados de amostragem das populações. Contagens absolutas.“Distance sampling”. Movimentos e dispersão. Gestão das populações: Exploração sustentável; Conservação e teoria de meta-populações; Gestão de espécies invasoras. Ecologia da fauna em meio urbano. Análise e Gestão de habitats Agrícolas e Florestais para a conservação da fauna.

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Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais Biodiversidade e Conservação
Programa
  1. Módulo 1: Enquadramento bioclimático e biogeográfico da vegetação de Portugal; métodos de análise da vegetação.
  2. 1. Bioclimatologia e biogeografia: história e conceitos;
  3. 2. Biomas;
  4. 3. Métodos de análise da vegetação.
  5. Módulo 2: Conservação da vegetação e cartografia vegetal.
  6. 1. Cartografia de vegetação;
  7. 2. Biodiversidade, gestão e conservação da vegetação;
  8. 3. Convenções internacionais, regulamentação europeia e medidas agro-ambientais e silvo-ambientais.
  9. Módulo 3: Sistemas agro-florestais.
  10. 1. Conceitos e tipologias;
  11. 2. Balanço hidrológico e circulação dos nutrientes;
  12. 3. Sistemas agro-silvopastoris; os baldios como caso de estudo.
  13. Módulo 4: Restauro e reabilitação da vegetação e das comunidades vegetais.
  14. 1. Factores de degradação;
  15. 2. Restauro da vegetação; Fitorremediação;
  16. 3. Casos de estudo (galerias ribeirinhas; fogo; infestantes lenhosas; móveis; fitorremediação)
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Candidatura

Destaques

  • Formação de 2 anos (4 semestres);
  • 5 unidades optativas para aprofundar áreas de aplicação;
  • Núcleo de CD sobre:
    • fundamentos e metodologias de CD
    • bases de dados
    • programação python
    • análise e visualização de dados
    • machine learning
    • hackathon;
  • Forte componente prática: aprender fazendo.

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