Um desafio abordado pelo projeto FIRE-RES e debatido num dos painéis da sua conferência final, moderado por Ruth Ryan AFSM, Consultora Principal na Waroo (Austrália) e membro do Conselho Consultivo do projeto, com a participação de Jeremie Crespin, Técnico de Políticas na Direção-Geral da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (DG AGRI) da Comissão Europeia para a área da Floresta, Gonzalo González-Jurado, Técnico de Políticas na Direção-Geral do Ambiente (DG ENV), Unidade de Conservação da Natureza, e Hélène Koch, Assessora Principal de Políticas na Confederação Europeia de Proprietários Florestais (CEPF).
A palestra principal, proferida pelo investigador José Borges, do CEF, centrou-se na estratégia de inovação para integrar e reforçar os quatro pilares do desenho e da gestão de paisagens resilientes — pessoas, dados, modelos e tecnologia — e apresentou resultados bem-sucedidos de aplicações de gestão territorial adaptativa nos Living Labs do projeto FIRE-RES, liderados pelo Centre de Ciència i Tecnologia Forestal de Catalunya, CEF – Centro de Estudos Florestais in Instituto Superior de Agronomia, University of the Aegean, Instituto Sistemas Complejos de Ingeniería, CNRS, Institut Cartogràfic i Geològic de Catalunya, NIBIO Norwegian Institute of Bioeconomy Research, European Institute of Planted Forest – IEFC, National Council for Research e pela University of Forestry, Sofia

Uma discussão animada destacou a importância do planeamento e da gestão sustentável do uso do solo para a resiliência aos incêndios — um elemento-chave da Estratégia Integrada de Gestão do Risco de Incêndios Florestais para a UE, liderada pelos projetos Firelogue.eu, FIRE-RES, FirEUrisk, TREEADS e SILVANUS Project, que visa o desenvolvimento de paisagens resilientes e comunidades mais seguras.















